Formulações de liberação contínua: prevendo a liberação de APIs (Ingrediente Farmacêutico Ativo) por Espectroscopia NIRS
07/10/2014

Formulações de liberação contínua, que liberam gradativamente ativos farmacêuticos (APIs), têm inúmeros benefícios terapêuticos, mas também consomem tempo em seu controle de qualidade.

A espectroscopia por infravermelho próximo (NIRS) oferece uma simples e rápida alternativa para os tediosos ensaios de dissolução: usando NIRS e modelos de calibração apropriados, a liberação de APIs dos comprimidos de liberação contínua pode ser prevista de forma precisa, dentro de poucos minutos. Maiores detalhes disponíveis em um artigo recentemente publicado.

A liberação de um medicamento ainda é frequentemente avaliada pelos ensaios de dissolução – um método onde o comprimido é colocado em um solvente com propriedades similares ao ácido gástrico. O ativo livre é então determinado em intervalos regulares, o que pode levar até 24 horas, dependendo do período de liberação desejado.

NIRS oferece uma alternativa viável para os ensaios de dissolução. Usando NIRS juntamente com um modelo de calibração apropriado, é possível prever o comportamento de dissolução de comprimidos de forma precisa em poucos minutos. Além disso, NIRS, ao contrário dos ensaios de dissolução, é uma técnica não-destrutiva, que permite utilizar maiores quantidades de amostra a ser analisada.

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